TURISMO RELIGIOSO

Conheça as igrejas mais belas de mandirituba

TURISMO RELIGIOSO

IGREJA DE SANTO ANTÔNIO

Patrimônio Histórico

 

            Santo Antônio     

 

 

 

 

 

 

       

          No dia 13 de junho de 1921, durante a visita da imagem de Santo Antônio à Comunidade de Quatro Pinheiros, Pedro Miguel Abib iniciou o projeto de construção de uma igreja. Em 1923 ergueu-se uma capela de madeira em terreno doado por ele, substituída em 1943 pela atual igreja de Santo Antônio, em área cedida por Ana Alves Bastos.

           Segundo moradores antigos, um pintor alemão, encantado pelo local, hospedou-se por quatro meses na comunidade e, em troca de alimentação e moradia, deixou afrescos que se tornaram um dos maiores patrimônios históricos, artísticos e religiosos de Mandirituba.

            Com o passar dos anos, a capela foi abandonada e cogitou-se sua demolição. Porém, em 1994, sob a gestão do prefeito Domingos Adir Palú, um plebiscito garantiu a preservação do espaço. Restaurada pela prefeitura, a igreja mantém seu estilo barroco e tornou-se Santuário Ecológico e de fé da comunidade.

             Desde então, todos os anos, em 13 de julho, é celebrada a Missa de Santo Antônio, reunindo mais de quatro mil fiéis. A festa inclui bênção do pão, pedidos no poço dos desejos e distribuição de fitas do mastro levantado durante a celebração. O evento é organizado pela prefeitura, pela Paróquia Senhor Bom Jesus e pela comunidade local.

              Hoje, a igreja é reconhecida como patrimônio histórico e atrai turistas de diversas regiões.

 

Santo Antônio  Santo Antônio  

 

PARÓQUIA SENHOR BOM JESUS

Igreja Matriz

 

           Igreja Matriz

 

         A primeira capela de madeira foi construída em 1890 por João Massaneiro. A primeira Missa foi celebrada em 1891 e em 1918 a capela foi ampliada. A capela foi atendida pelos Padres de São José dos Pinhais. Desde a chegada dos Padres do Verbo Divino para esta paróquia, em 1899, até meados de 1982 foram os Padres desta Congregação que atenderam exclusivamente todas as capelas dos atuais municípios de São José dos Pinhais, Tijucas do Sul, Agudos do Sul e Mandirituba.  Os primeiros Padres vindos de São José dos Pinhais viajavam a cavalo, charrete, aranha, e só então de automóveis. Desses Padres viajantes recordamos três: Padre João Salanczyk, Padre Augusto Kolek e Padre Francisco Proft.

             A 15 de junho de 1952 iniciou-se a construção da atual Igreja Matriz, pela construtora Achilles Colle, sob administração do Mestre de Obras senhor Américo Juliatto. Não podemos deixar de citar os senhores Joaquim de Oliveira Franco e Afonso Braz dos Santos que muito contribuíram para a construção da Igreja e também colaborando para a conservação da mesma. A pedra fundamental foi lançada e benta a 05 de agosto de 1956 por Dom Manuel da Silveira d’Elboux. 

 

Igreja Matriz Igreja Matriz

 

 

AREIA BRANCA DOS ASSIS

Capela São Benedito

 Paróquia São Benedito

             

          Areia Branca dos Assis começou a existir em 1789, época em que o Paraná pertencia à Província de São Paulo.  Mais tarde passou a pertencer ao distrito de Agudos do Sul. Nessa época não havia cartório. Os terrenos eram documentados através de acordo entre amigos de confiança, que sabiam escrever. O primeiro documento de terra foi do Senhor Pedro de Assis Pereira Magalhães com a data de 05 de janeiro de 1817.

             O nome Areia Branca dos Assis foi dado pelos índios que aqui moravam em duas ocas. Eles deram esse nome devido à existência de riachos com muita areia branca e pelo fato dos primeiros moradores terem o sobrenome Assis.

              Sentindo a necessidade do povo o senhor Joaquim doou um terreno e com a ajuda de seus amigos construíram uma igrejinha, em 1910. A imagem de São Benedito foi entronizada, no dia 16 de agosto de 1910, ficando esse Santo como padroeiro da comunidade. A imagem é pequena e existe até hoje. 

 

 

AREIA BRANCA DOS NOGUEIRAS 

Capela Imaculada Conceição

 

         

           Os primeiros moradores de Areia Branca dos Nogueiras eram portugueses e poloneses, que trabalhavam na lavoura e na fabricação de utensílios e farinhas, com oito monjolos e uma engenhoca. Em 1840, a família Nogueira chegou ao local e iniciou a formação da comunidade, plantando uma nogueira e construindo a primeira capela de taboa lascada. A primeira missa foi celebrada em 1879, passando depois a ocorrer de seis em seis meses, com padres vindos de São José dos Pinhais.

           Com o tempo, novas capelas foram construídas, até a atual, inaugurada em 28 de dezembro de 1970, dedicada a Nossa Senhora da Conceição, cuja festa acontece em 8 de dezembro. No local também está a gruta de São João Maria, descoberta por volta de 1860.

         A energia elétrica chegou em 1981; o Santíssimo e o sacrário, em 1991. Em 2007, a comunidade inaugurou, em parceria com a Prefeitura, um barracão com quadra esportiva.

 

 

COLÔNIA LIMA

Capela Imaculada Conceição

                     

           Colônia Lima surgiu com a chegada da família do senhor José de Lima que deu origem ao nome.  Vieram também Azemiro Alves, Benjamim, Ilda e Antônia Calais, e também uma senhora conhecida por Candinha que foram os primeiros moradores.  Então, a senhora Antonia com a ajuda dos moradores daquela localidade, por volta do ano de 1930, com muito sacrifício construiu uma pequena capela, colocando então a pequena imagem de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, a qual trazia sempre consigo, sendo festejada todos os anos no dia 8 de dezembro.

            Portanto, a introdução da padroeira da comunidade deu-se por volta dos anos de 1930, sendo a data de oito de dezembro considerada a principal festa em louvor a sua padroeira.

 

 

                         

ESPIGÃO DAS ANTAS

Capela Nossa Senhora do Rocio

 

             A história de Espigão das Antas, segundo os moradores mais antigos, inicia-se há mais ou menos 150 anos atrás, época em que a região era habitada por “bugres”. No início a área de terra era de um posseiro conhecido por José Pereira.  A região era alta, havia muitas antas, por isso o riacho da localidade recebeu o nome de Rio das Antas. Antes o local era conhecido por muitos como Pau Arrancado, como consta os registros na Paróquia de São José dos Pinhais. Mais tarde a região foi dividida em lotes e passou a chamar-se Espigão das Antas. A primeira igreja foi erguida pela família Pereira, mas por haver discordância com o Padre Augusto Koek o bispo mandou fechá-la.

           A comunidade, por 07 anos ficou sem igreja, entre os anos de 1948 a 1955.  Antes da construção, no local definido, houve uma missa campal, em 1955, que gerou tumulto por algumas pessoas que não admitiam uma nova igreja. Mesmo diante desses fatos iniciou-se a construção da igreja. Primeiro fizeram uma capela de madeira, onde mais tarde, no ano de 1972, iniciou-se a construção da atual Capela em alvenaria.       

 

 

Mosteiro do Encontro – Um refúgio de espiritualidade em meio à natureza

 

Mosteiro do Encontro

 

            Fundado em 1999, o Mosteiro do Encontro é um espaço de espiritualidade e contemplação que convida seus visitantes ao silêncio, à oração e ao recolhimento. Localizado em meio à natureza, o mosteiro se tornou um verdadeiro refúgio para aqueles que buscam paz interior e um contato mais profundo com a fé.

             Além da vivência espiritual, o local oferece experiências ligadas ao turismo consciente e sustentável. Entre os destaques estão os produtos artesanais preparados pelas monjas, como geleias feitas a partir de frutas cultivadas no próprio mosteiro e peças sacras em madeira, que refletem simplicidade, cuidado e tradição.

           O Mosteiro do Encontro pertence à Congregação das Monjas Beneditinas da Rainha dos Apóstolos, que mantém fundações em países como Bélgica, Portugal, Israel, Brasil e países na África. Sua origem está ligada ao Mosteiro Notre-Dame de Béthanie, em Loppem – Bruges, na Bélgica.

           As monjas que vivem no mosteiro seguem a Regra de São Bento, unindo vida comunitária, oração e trabalho como resposta ao chamado de Deus à vida monástica. Dessa forma, mantêm viva a tradição beneditina, acolhendo visitantes que buscam tanto a experiência de oração quanto o contato com uma forma autêntica de espiritualidade.

             Mais do que um ponto turístico, o Mosteiro do Encontro é um convite a viver um tempo de pausa, reflexão e encontro – consigo mesmo, com a natureza e com Deus.

 

Horários: Acesse aqui os horários das missas

Endereço: Estrada Madre Maria Chantal de Modoux, s/n , no distrito de Areia Branca dos Assis, Mandirituba - Pr / Brasil

Contato: (41) 3633-1082

Site: https://www.mosteirodoencontro.org.br/